segunda-feira, 17 de março de 2014

VII ENCONTRO MARANHENSE DE HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO



.: VII EMHE :.

APRESENTAÇÃO


     O Núcleo de Estudos e Documentação em História da Educação e Práticas Leitoras – NEDHEL em parceria com os Programas de Pós-graduação em Educação e História e o Departamento de Biblioteconomia na Universidade Federal do Maranhão, realizam no período de 22 a 25 de abril de 2014, o VII ENCONTRO MARANHENSE DE HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO.
     A escolha do tema para esta edição do EMHE vem ao encontro de um dos eixos investigativos desenvolvidos pelo NEDHEL que procura a partir de uma variedade de fontes – bibliográficas, documentais, iconográficas, etc – compreender os processos de assistência, de instrução, os métodos e os materiais utilizados nas escolas, e a educação de crianças e jovens (masculinos e femininos) em diferentes modalidades de ensino.
     Para tanto, a Comissão Organizadora convida pesquisadores, professores da rede pública e particular, alunos de graduação e pós-graduação e demais interessados por essa temática e pela História da Educação para participarem deste VII EMHE.
Os trabalhos completos devem ser encaminhados até o dia 28/03 para o email trabalho7encontro@gmail.com 

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

I Congresso Nacional Jean-Jacques Rousseau

O I Congresso Nacional Jean-Jacques Rousseau – UFMA: Idiossincrasias e Diálogos é uma iniciativa do Grupo de Estudo e Pesquisa Interdisciplinar Jean-Jacques Rousseau – UFMA (GEPI Rousseau – UFMA). Tem por objetivo a integração dos vários orientandos da iniciação científica, da Pós-Graduação, bem como de pesquisadores da comunidade acadêmica cujas pesquisas se relacionam à obra do pensador genebrino Jean-Jacques Rousseau.

Tal evento, com a temática Idiossincrasias e Diálogos, pretende abarcar a diversidade de trabalhos e reflexões desenvolvidas atualmente no Brasil acerca da filosofia de Rousseau e suas implicações com as ciências humanas e sociais, na perspectiva em que insira de forma regular, a Universidade Federal do Maranhão no debate nacional sobre os temas estudados acerca desse autor.

O filósofo Rousseau praticou uma variedade de gêneros possíveis; segundo o próprio, todos objetivando atingir os mesmos princípios, apenas mudando o tom e variando na escrita, passando por obras de política, romance de formação, peças musical e teatral, contos, romance de amor, além de seus intensos monólogos e uma vasta prática epistolar que, juntamente com os textos de apologética, compõe o gênero da memória.

Vários outros autores tentaram interpretar Rousseau com as nuances de suas próprias ideias, para nele reconhecer ora um precursor, ora um inimigo teórico íntimo. Mas, esses múltiplos diálogos sobre o filósofo não resultariam exatamente da excentricidade de suas idiossincrasias, principalmente, o fato de seus discursos dependerem de gêneros tão variados? Daí a justificativa da abordagem temática do I Congresso Nacional acerca do Rousseau no Maranhão ser sobre suas Idiossincrasias e seus Diálogos, pois possibilitaria encontrar uma chave de leitura de problemas fundamentais da filosofia contemporânea. Afinal, são poucos os filósofos que conseguiram produzir uma obra que permaneça objeto de debate 300 anos depois de seu nascimento, Rousseau é um deles.

Dessa forma, são motivações como essas expostas aqui, que podemos insistir na leitura e discussão de seus textos em um grande debate, tanto por meio de suas idiossincrasias, quanto por meio de inúmeros diálogos travados com uma infinidade de autores de diversas áreas do conhecimento. Colocando a Universidade Federal do Maranhão no centro dos debates mais atualizados acerca do filósofo genebrino Jean-Jacques Rousseau.








In: http://congressorousseau.com.br/

sexta-feira, 8 de março de 2013

III Simpósio de História do Maranhão Oitocentista


A Universidade Estadual do Maranhão (Uema), por meio do Núcleo de Estudos do Maranhão Oitocentista (NEMO), juntamente com o CNPq, realizará entre os dias 04 e 07 de junho de 2013, no Prédio do Curso de Arquitetura no Centro Histórico, o III Simpósio de História do Maranhão Oitocentista: impressos no Brasil do século XIX.
As inscrições, como ouvinte ou apresentador, estão abertas e podem ser realizadas pelo site: www.outrostempos.uema.br/oitocentista/.
O III Simpósio de História do Maranhão Oitocentista visa contribuir para a consolidação de estudos e pesquisas, no Maranhão, sobre o século XIX, somando-se a suas duas edições anteriores às publicações já existentes rumo ao aprofundamento de debates que envolvam diferentes temas, tradicionais ou inovadores, da História do Oitocentos.

O III Simpósio de História do Maranhão Oitocentista é uma realização do Grupo de Pesquisa – Núcleo de Estudos do Maranhão Oitocentista (NEMO), certificado pela Universidade Estadual do Maranhão junto ao CNPq. O Núcleo iniciou suas atividades em 2009, ano de realização do I Simpósio e de publicação da coletânea O Maranhão Oitocentista (Editora da Uema / Ética).

O NEMO é composto por professores do Departamento de História e Geografia da UEMA, seus orientandos de graduação e iniciação científica, e egressos do curso de História da mesma Universidade que realizam ou realizaram mestrado e doutorado em diferentes instituições do país. O grupo também mantém parcerias com professores do Departamento de História da Universidade Federal do Maranhão e com núcleos de pesquisas sediados em outras instituições, como o Polis – Laboratório de História Econômico-Social e o Centro de Estudos do Oitocentos (CEO), vinculados a Universidade Federal Fluminense. Ambas as instituições, UFMA e UFF, são parceiras desde o I Simpósio. A partir do II Simpósio, realizado em 2011, foram firmadas novas parcerias, especialmente com a Universidade Federal de São Paulo e com a Universidade Federal da Paraíba. 

Também no II Simpósio, foram ampliadas as articulações e debates a partir de pesquisadores que têm o Norte-Nordeste oitocentista como objeto de estudo, razão para o convite a pesquisadores da Universidade Federal da Paraíba, da Universidade Federal do Piauí e da Universidade Federal de Pernambuco, além de pesquisadores de instituições do Sudeste/Centro-Oeste cujo objeto de estudo se situa de alguma forma na articulação entre os territórios que viabilizaram o Estado imperial. Também como novidade da segunda edição do evento, foram organizados nove simpósios temáticos, espaço para o diálogo entre alunos de graduação, pós-graduação e demais pesquisadores, que se concretizou como oportunidade de apresentação de trabalhos situados nos Oitocentos, mas cuja abrangência pretendia-se similar àquela intentada para as mesas-redondas. Destaque-se para a atual edição a manutenção da maioria desses simpósios, que agora totalizam o número de dez. 

Quanto às mesas-redondas (quatro) e conferência (uma), reitera-se na atual edição do evento o compromisso em convidar importantes referências da historiografia brasileira para os Oitocentos (vide Programação do evento). Dentre os convidados, além das instituições já citadas, temos professores da UFRJ, PUC-MG, UFRRJ, USS, UFRB e UNICAMP. 

Esperamos que o III Simpósio de História do Maranhão Oitocentista possa contribuir para a consolidação de estudos e pesquisas, no Maranhão, sobre o séc. XIX, somando-se a suas duas edições anteriores às publicações já existentes rumo ao aprofundamento de debates que envolvam diferentes temas, tradicionais ou inovadores, da História do Oitocentos.

 fontes: http://www.uema.br/noticia/2013/03/06/uema-abre-as-inscries-para-o-iii-simpsio-de-histria-do-maranho-oitocentista e http://www.outrostempos.uema.br/oitocentista/


quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

O desafio de lecionar filosofia

 



Obrigatória no ensino médio há quatro anos, disciplina não desperta interesse nos estudantes. Filósofos tentam encontrar solução para mudar esse quadro.

Por Célio Yano
Filósofos têm usado uma expressão bastante popular para definir a decisão do Ministério da Educação de instituir, em 2008, a obrigatoriedade do ensino de filosofia para alunos de nível médio. A medida, que, por um lado, é vista como positiva, por outro, teria sido ‘enfiada goela abaixo’, uma vez que não foi precedida de iniciativas que permitissem sua aplicação de modo eficiente.
Tanto é que quatro anos depois da sanção da lei 11.684/2008, que inclui a disciplina de filosofia – além da de sociologia – no currículo do ensino médio, grande parte dos professores está despreparada para lidar com a matéria, constatam os pesquisadores da área. Diante do problema, filósofos de todo o país defendem a criação de linhas de pesquisa e até programas de pós-graduação específicos para o desenvolvimento do ensino nas escolas.
Na Associação Nacional de Pós-graduação em Filosofia (Anpof), o tema ganha cada vez mais espaço. No último encontro nacional da entidade, realizado no fim de outubro em Curitiba, um conjunto inédito de eventos paralelos foi organizado para discutir os problemas e as possíveis soluções envolvidas com a questão.
Para Patrícia Velasco, da Universidade Federal do ABC (UFABC), o primeiro ponto a se refletir é que, apesar de ter relação com a área de educação, o ensino de filosofia deveria ser objeto de estudo por parte de filósofos. “Hoje, o professor que pretende se especializar tem de recorrer a programas de pós-graduação na área de educação”, lembrou, durante o encontro da Anpof.
“Acredito que há pressupostos filosóficos no ensino de filosofia, como a própria identidade da filosofia”, disse. “Diferentes respostas geram diferentes métodos de ensino.” Daí viria a necessidade de criação de programas de pós-graduação, em filosofia, voltados para a pesquisa sobre ensino, o que ainda não existe no Brasil.

Embora não seja consensual, muitos pesquisadores defendem a criação de mestrados profissionais em filosofia para aprimorar a formação de professores de educação básica. O modelo seria o mesmo do Profmat, programa de especialização financiado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) para professores de matemática da rede pública.
O consenso entre os pesquisadores da área é que, diferentemente de outras matérias, a filosofia não pode ser ensinada por meio da simples transferência de conhecimento para os alunos. “Professor e estudante são, simultaneamente, sujeito e objeto da disciplina”, definiu o filósofo Luciano Kaminski, do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (Pibid) da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e professor do ensino médio em Curitiba.
Para ele, o modelo engessado da educação básica no Brasil é outro entrave para a evolução do ensino de filosofia. “É preciso repensar o tempo de aula, a abrangência do conteúdo e os métodos de avaliação.”
À carência de políticas voltadas para a formação de professores de filosofia, soma-se o que o filósofo Filipe Ceppas, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, considera a falência do atual modelo escolar. “Nossa escola nunca foi suficientemente republicana nem democrática, por estar baseada em princípios como a disciplinarização e a meritocracia”, afirmou. “A filosofia e os professores de filosofia têm muito a contribuir no sentido de reverter essa situação, mas o debate precisa ser horizontal, ou seja, deve envolver toda a comunidade filosófica.”
A experiência dos professores

Enquanto se discutem medidas políticas para a melhoria no sistema de ensino de filosofia, professores de nível médio lançam mão da criatividade para obter resultados em suas aulas. Algumas iniciativas foram apresentadas no encontro da Anpof.

O professor Rui Valese, do Colégio Estadual Deputado Arnaldo Busato, de Pinhais (PR), por exemplo, conseguiu estimular estudantes de primeiro e segundo ano a refletir sobre conceitos de felicidade e satisfação com um método que envolveu diálogos interdisciplinares.

Com auxílio de professores de biologia e química, os alunos estudaram a composição química de lanches da rede de lanchonetes McDonald’s e os efeitos que os ingredientes podem ter no organismo humano. O objetivo era, por meio dos quatro passos do método cartesiano para construção da verdade, responder a uma pergunta: “O McLanche Feliz traz felicidade?”
Para ensinar filosofia política, a professora Joselaine Perin, da escola estadual Ceciliano Abel de Almeida, em São Mateus, no Espírito Santo, organizou uma viagem de 350 km para levar seus alunos à Assembleia Legislativa do estado, localizada na capital, Vitória. Coincidiu de, no dia da visita, encontrarem os servidores da Casa em greve por melhores salários, e os deputados em sessão na qual votavam o aumento dos próprios vencimentos.

“Conseguimos abordar um parlamentar e os alunos questionaram o que estava acontecendo”, contou. Segundo Perin, há muita dificuldade de se trabalhar com textos clássicos com os alunos, uma vez que muitos deles chegam ao ensino médio ainda semialfabetizados.

“O maior erro é usar a metodologia do ensino universitário”, disse o professor Renato Velloso, do Instituto de Educação Governador Roberto da Silveira, em Duque de Caxias, região metropolitana do Rio de Janeiro. Velloso é autor de Lecionando filosofia para adolescentes, livro que descreve métodos de ensino que professores da área podem seguir.

A ideia é compartilhada por Danilo Marcondes, coordenador da área de filosofia na Capes. “Estamos acostumados a dar aula para alunos de filosofia, que, supõe-se, têm interesse pelo tema. Os alunos de ensino médio são obrigados a estudá-la”.

Fonte: Ciência Hoje On-line/ PR

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Lançamento dos livros O riso no mundo antigo e Aristófanes e Platão - a justiça na pólis

Caros Participantes do livro O riso no mundo antigo, boa tarde!

    
Faremos o lançamento dos livros O riso no mundo antigo  e Aristófanes e Platão - a justiça na pólis, no dia 28 de novembro às 19 horas, no Auditório José Albano (no encerramento do IX Encontro Interdisciplinar de Estudos Literários), no Centro de Humanidades da UFC. A Adufc nos proporcionou 500 convites e dará um coquetel para 50 pessoas. Os que ainda não receberam seus dois exemplares do livro podem fazê-lo no lançamento. 

Abraços,
Ana Maria

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

CURSOS DE EXTENSÃO EM GREGO CLÁSSICO DO NÚCLEO DE CULTURA CLÁSSICA DA UFC – 2012.2



1.      INTRODUÇÃO AO GREGO KOINÉ E CLÁSSICO (128 h/a em dois semestres letivos) – Para iniciantes, que tenham concluído o Ensino Médio.

2.      OFICINA DE TRADUÇÃO: TUCÍDIDES (128 h/a em dois semestres letivos) – Para quem tenha cursado pelo menos dois semestres de Grego Clássico/ Koiné e Clássico.

·         Início dos dois cursos no dia 20 de outubro. 
·         As aulas serão aos sábados, das 8h às 11h40, no bloco didático do Curso de Letras do Centro de Humanidades da UFC, no Campus do Benfica, Avenida da Universidade, 2683.
·         As inscrições serão efetivadas no primeiro dia de aula, com o preenchimento da ficha de inscrição e o pagamento da taxa semestral de R$ 70,00.
·    Os interessados deverão fazer uma pré-inscrição, deixando nome completo, telefone e e-mail no Departamento de Letras Estrangeiras do Centro de Humanidades da UFC (telefone 33667612), até o dia 19 de outubro de 2012.

Coordenação: Professores Ana Maria César Pompeu e Orlando Luiz de Araújo